Ignácio de Loyola Brandão em Portugal

Não verás país nenhum

 

 

 

 

 

 

Hoje, na Sábado, escrevo sobre Não Verás País Nenhum, do brasileiro Ignácio de Loyola Brandão (n. 1936), ed. Ulisseia; e Correntes do Índico, de Joaquim de Oliveira Ribeiro (n. 1956), ed. Guerra & Paz. Publicado em 1981, traduzido em vários países mas só agora editado em Portugal, Não Verás País Nenhum antecipa o apocalipse ambiental: sobreaquecimento provocado pela destruição da camada de ozono, escassez de água e outros recursos naturais, Amazónia transformada em deserto, necessidade de reciclar a urina (isso ou a sede), Nordeste devastado, pandemias virais, caos urbano, violência, corrupção, seca, desemprego, fome... Notável.

O de Oliveira Ribeiro é uma espécie de Lourenço Marques revisited...

 

Eduardo Pitta - Publicado no blog Da Literatura       

publicado por ardotempo às 14:57 | Adicionar