Domingo, 04.07.10

Escultura e relevos de Gonzaga

Esculturas

 

 

 

Gonzaga - Escultura e relevos de parede (Porto Alegre RS Brasil), 2010

publicado por ardotempo às 22:20 | Comentar | Adicionar
Segunda-feira, 14.12.09

O escultor do ambiente

GONZAGA

 

 

 

Seminal - Gonzaga - Escultura em bronze policromado (Porto Alegre RS Brasil), 2001

publicado por ardotempo às 17:57 | Comentar | Ler Comentários (1) | Adicionar
Quinta-feira, 25.12.08

Os sons da floresta - Gonzaga

Escultura

 

 

Gonzaga - Os sons da floresta, em certos momentos - Escultura em bronze policromado - 1999

publicado por ardotempo às 13:56 | Comentar | Adicionar
Sábado, 29.11.08

Retratos Notáveis - 18

O escultor do Sul

 

 

 

Fotografia: Retrato de Gonzaga (Porto Alegre -RS) - 2008

Fotógrafo: Pierre Yves Refalo 

publicado por ardotempo às 18:29 | Comentar | Adicionar
Domingo, 21.09.08

Litogravura inédita de Gonzaga

Amazônia

 

 

 

Litogravura de Gonzaga - Amazônia - 2006

publicado por ardotempo às 15:12 | Comentar | Adicionar
Domingo, 07.09.08

Escultura de Gonzaga

O contorno que fica

 

 

Escultura em resina policromada - Gonzaga - Relevo escultórico em grande formato, 2001

publicado por ardotempo às 21:57 | Comentar | Adicionar
Quarta-feira, 07.05.08

A Sagração da Primavera - de Gonzaga


A Sagração da Primavera, um mural de 2,20 m x 4,80 m, ornamenta desde 1999, o espaço de entrada da estação Ana Rosa, do Metrô de São Paulo. Ele representa uma verdadeira cosmogonia da condição humana inserida na natureza. Sobre um fundo cinza-cimento, duas figuras emblemáticas simbolizam o homem e a mulher.


                        


Aos pés do homem, duas formas oblongas e carnudas evocam os frutos da terra.
Entre o homem e a mulher, o espaço é ocupado por varetas lineares que formam um discurso de intensa conotação semântica: no alto um leque de varetas curvilíneas em posição de guarda-chuva aberto esquematiza a estrutura da habitação primitiva, a oca.
Um pouco mais distante, um bastão linear vertical aponta o signo da fecundação. Logo abaixo, um quadrado delimita o espaço do território. Saboreia-se a beleza da natureza no equilíbrio do momento presente.

A Sagração da Primavera define os signos essenciais dentro do quadro da comunicação vital, o que significa, no espaço do mistério. O espaço do mistério é o da expectativa, o da vigília ao instante mágico da comunicação do ser com as forças da natureza.


                       

Pierre Restany, maio de 2002 - Paris
Fotos de Rômulo Fialdini (divulgação do artista)

publicado por ardotempo às 14:40 | Comentar | Adicionar
Terça-feira, 29.04.08

Poema de Maria Carpi

De A Força de não ter Força


                              Eu a canga e o amor o brilho.                              
Eu a pedra e o amor a gema.
Eu o gemido e o amor o canto.

 
Eu o transido e o amor o vento.
Eu grão-podrido do amor arvoredo.
Eu as cinzas, os senões

 
de seu alento alteando-se chama.
Eu ao meio, a pedaços e farpas,
pondo-me inteira a sua agulha,
 

a seu amálgama de suor e sal,
que meu sabor é sabê-lo
e meu saber é saboreá-lo.






© Maria Carpi, A Força de não ter Força - Editora Bertrand Brasil, 2004
Escultura de Gonzaga - A Noite, 1989
 
publicado por ardotempo às 20:39 | Comentar | Adicionar
Sábado, 23.02.08

A defesa da natureza

“A comunhão com a natureza, realizada por Gonzaga, é tão significativa e ele a trasmite por meio de suas obras e textos, comovendo-me profundamente, porque eu a sinto de maneira semelhante. Poderia atribuir-lhe os mesmos termos de meu manifesto do Naturalismo Integral, que escrevi na Amazônia, na bacia do Alto Rio Negro, numa quinta-feira, 03 de agosto de 1978. O Naturalismo Integral de Gonzaga é alérgico a toda forma alienante de poder ou da metáfora do poder. O único poder que ele reconhece não será este, destruidor e abusivo, o da sociedade, mas aquele outro, purificador e catártico, o da imaginação a serviço da sensibilidade. O naturalismo assim concebido diferencia-se radicalmente do realismo, que é sempre a metáfora do poder. Isso implica não somente numa maior organização da percepção, mas também , num maior desenvolvimento humano.

O naturalismo integral de Gonzaga se faz da paixão e da iniciação. Numa carta que o artista escreveu-me em 12 de agosto de 2001, ele declara:
Quero embriagar-me com tanta beleza, com a beleza da natureza. Não se trata de alienação. A alienação é o fato de, contra ela, NATUREZA, se cometer tanta violência.

O percurso poético integral de Gonzaga repousa sobre a recusa radical a esse tipo de alienação. Sua cultura identifica-se plenamente com o conceito da vitalidade global da natureza. É na potência cósmica da fecundação que a natureza detém o mistério da vida. É  a partir dessa magia fundamental que o artista procura exprimir-se com suas esculturas, numa linguagem formal que não é nem descritiva nem metafórica, mas emblemática e simbólica sobre os elementos da Natureza profunda.” – Pierre Restany, Paris 2002

Considerado pelo crítico de arte francês como um dos mais importantes escultores brasileiros contemporâneos, GONZAGA, com a sua defesa incondicional da Natureza se faz uma voz autorizada e presente, nesse momento assombrosamente caótico e de generalizada omissão cínica, em que o meio ambiente e a própria Humanidade encontram-se em risco grave pelos desmandos da cupidez continuada. A ARTE de Gonzaga se faz presente da mesma maneira severa, corajosa e solitária como o foi o grito desferido por Picasso no meio da sombria noite do século, na qual todos se mediam resignados e impotentes.

A SEIVA DA TERRA Escultura monumental de Gonzaga (2002)
publicado por ardotempo às 23:54 | Comentar | Adicionar

Editor: ardotempo / AA

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