Sexta-feira, 24.06.11

As imagens contam

 

Livro de Arte Fotográfica de Gilberto Perin

 

 

 

  

 

 

publicado por ardotempo às 19:23 | Comentar | Adicionar
Terça-feira, 21.06.11

Jogo da bola

A intimidade virou arte

 

Luísa Roig Martins

 

 

 

 

Com as lentes de uma câmera fotográfica, Gilberto Perin pôs seus olhos onde os de mais ninguém já haviam chegado. Registrou, em imagens, um Brasil de Pelotas fora do campo de futebol e da visão comum da torcida. Pois é lá, nos bastidores dos estádios, que os jogadores expressam suas angústias, discutem táticas, comemoram bons resultados e, em um dos momentos mais íntimos e pessoais, rezam.

 

Como um ser invisível, o fotógrafo acompanhou o elenco xavante por quase quatro meses, no ano passado, durante a disputa da Segunda Divisão Gaúcha. O resultado: a exposição e o livro intitulados Brasil – Camisa brasileira, este último com inserções textuais de Aldyr Schlee e João Gilberto Noll. À venda nas livrarias Vanguarda e Mundial (em Pelotas RS), a obra tem o selo da edições ardotempo, a mesma do livro Don Frutos, de Schlee.

 

Em Pelotas, o lançamento será simultâneo à inauguração da mostra, no dia 18 de agosto, no Museu de Arte Leopoldo Gotuzzo (MALG). A curadoria é do escritor e artista plástico Alfredo Aquino. Antes disso, porém, o trabalho será apresentado no Museu de Futebol, em São Paulo, e em Bagé, ainda sem local definido, a partir do dia 13 de julho.

 

 

O projeto foi concebido por Perin como uma forma de resgatar o antigo hábito de documentar o que ocorria nos vestiários – locais aos quais, hoje em dia, nem mesmo a imprensa especializada tem acesso. “Antigamente, no intervalo e ao final das partidas, os repórteres de rádio transmitiam o som dos vestiários. Era direta a emoção expressiva dos jogadores, falando após as vitórias ou derrotas. E poeticamente, esse era um mundo que me interessava: os bastidores, essas coisas que não estão na parte da frente”, comenta o fotógrafo. Perin deu o primeiro passo: garantir a autorização do então presidente do clube rubro-negro, Helder Lopes. “Em função de sua proximidade com Schlee, que fez esse intermédio, ele topou. Eu queria fotografar um time batalhador. E ainda dei a sorte de trabalhar com um clube chamado Brasil, o que deu um significado muito maior ao projeto”, diz. Mas como deixar os atletas à vontade frente a presença de alguém que, mais do que “alheio” à equipe, apontava a ela suas lentes? Antes de qualquer atitude, uma conversa com os jogadores foi fundamental para explicar que ele não era nenhum tipo de espião. “Pois há outros tipos de intimidade além da física. É lá que eles definem estratégias de jogo, por exemplo”, aponta. Depois, fez o alerta: sempre que alguém não se sentisse à vontade com sua presença, era só levantar a mão e ele pararia de clicar. “Mas nenhum deles fez isso, em momento algum”, conta.

 

Durante todos os meses em que acompanhou os vestiários, Perin quase não conversou com os atletas. “Eu não queria interferir na cena. A intimidade foi criada pela não-intimidade”, define. As fotos de nudez, publicadas semana passada em galerias na web, chamaram a atenção dos internautas, mas representam menos de 5% do total de cliques. No total, são 50 fotos na exposição em 110 no livro, distribuídas em 114 páginas. “E a diversidade entre os próprios jogadores engrandeceu o ensaio. Naquele elenco, havia representantes de dez estados brasileiros”.

 


 

Se o vestiário é um mundo com o qual os torcedores fantasiam, Perin buscou expôr a bela natureza de um ser que vibra, sofre e se emociona. Humanizou o futebol de sentimentos que ninguém vê. “Este não é um livro sobre o centenário do clube. É um livro sobre bastidores. E me sinto privilegiado em ter as escritas de Schlee e de Noll. São duas feras. Eles deram consistência à obra”, afirma.

 

Livro Brasil – Camisa Brasileira

edições ardotempo

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba mais

 

Gilberto Perin (fotógrafo, diretor de cena, roteirista e jornalista) – www.gilbertoperin.com

 

 

 

Luísa Roig Martins - Publicado no Diário Popular - Pelotas

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 20.06.11

Coquetel com griffe: Caipirinha do Bar Veloso

Museu do Futebol (SP) Camisa Brasileira - no Estádio do Pacaembu

 

Lançamento nacional: dia 1º de julho.

 

Fotografias dos bastidores de um futebol que ninguém vê Camisa Brasileira é um conjunto de imagens originais que o fotógrafo Gilberto Perin captou ao acompanhar, ao longo de vários meses, o vestiário de um clube de futebol em jogos oficiais da segunda divisão.

 

Os bastidores de um futebol que ninguém vê é o tema do livro que será lançado no Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu (Praça Charles Miller, s/nº fone 55 11 3664-3848), dia 1º de julho, sexta-feira, às 19 horas, com a presença do fotógrafo e do escritor Aldyr Garcia Schlee (também o criador da camisa “canarinho” da seleção brasileira). No auditório do Museu do Futebol ocorrerá uma conversa do fotógrafo e do escritor, com o público presente.

 

Esse projeto de Gilberto Perin é um ensaio com 110 fotografias captadas nos vestiários do futebol da segunda divisão do futebol gaúcho, acompanhando o Grêmio Esportivo Brasil (Pelotas-RS). As fotos revelam a alegria, dor, a religiosidade, o drama dos expulsos e machucados, apresentando imagens que hoje são inacessíveis para torcedores e a Imprensa.

 

Nesse livro não há imagens de craques renomados - diz o escritor Aldyr Garcia Schlee. “Aqui há o anonimato de jogadores de futebol do interior do Brasil que dependem do resultado de cada jogo para a própria sobrevivência.

 

Camisa Brasileira é um lançamento de edições ardotempo. No coquetel de lançamento haverá a inconfundível griffe da caipirinha do Bar Veloso.

 

 

 

 

 


publicado por ardotempo às 17:35 | Comentar | Adicionar

Sorteio no Blog Verdes Trigos

 

 

Lançamento: Livro CAMISA BRASILEIRA, edições ardotempo

 

Sorteio dia 2 de julho

 

 

 

Promoção: Serão sorteados dois exemplares de “CAMISA BRASILEIRA” em 2 de julho: um para os fãs de VerdesTrigos no facebook e um para os seguidores twitter do @VerdesTrigos que derem RT a seguinte frase:

 

“Sigo @VerdesTrigos, quero ganhar “CAMISA BRASILEIRA” (#sorteio), lançamento das edições @ardotempo(http://kingo.to/Gas)”

 

Promoção no Facebook: http://sorteie.me/facebook/compartilhar.php?id=2312

 

Livro de arte em grande formato (22 cm x 28 cm) Edição de luxo - Fotografias de Gilberto Perin – 110 imagens Textos de Aldyr Garcia Schlee e João Gilberto Noll edições ardotempo Fotografias (110 imagens a cores e preto&branco a quatro cores) e textos sobre os bastidores do futebol. Um olhar sobre o futebol que ninguém mais vê. O universo secreto dos trabalhadores do futebol.

 

Verdes Trigos

publicado por ardotempo às 17:25 | Comentar | Adicionar
Quarta-feira, 15.06.11

CAMISA BRASILEIRA - 4 de julho - Porto Alegre - Livraria Cultura

 

Convite para o Lançamento do livro CAMISA BRASILEIRA

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por ardotempo às 02:13 | Comentar | Adicionar
Segunda-feira, 13.06.11

Uma estátua no telhado

Fotografia

 

 

 

 

Alexandre Schlee Gomes - Sem título - Fotografia (Pelotas RS Brasil), 2011

publicado por ardotempo às 15:30 | Comentar | Adicionar

O espaço caloroso dos livros

 

O mistério dos livros

 

 

 

Pierre Yves Refalo - Librairie des Alpes - Paris - Fotografia (Paris)

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Quarta-feira, 08.06.11

CAMISA BRASILEIRA - 1º de julho - São Paulo - Lançamento de livro

 

Museu do Futebol - São Paulo - 1º de Julho - 19h

 

 

 

 

 

Lançamento do Livro de fotografias sobre os bastidores do futebol, de Gilberto Perin - Textos de Aldyr Garcia Schlee e João Gilberto Noll

No evento de lançamento, um encontro e uma conversa entre Gilberto Perin e Aldyr Garcia Schlee, no Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo - 1º de julho de 2011 (sexta-feira) - 19 horas / edições ardotempo

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 06.06.11

A árvore de Mondrian

 

Fotografia

 

 

 

 

 

 

 

Alexandre Schlee Gomes - Sem título - Fotografia (Pelotas RS Brasil), 2011

publicado por ardotempo às 03:52 | Comentar | Adicionar

Um gato no telhado

Fotografia

 

 

 

 

 

 

Alexandre Schlee Gomes - Sem título - Fotografia (Pelotas RS Brasil), 2011

publicado por ardotempo às 02:18 | Comentar | Ler Comentários (1) | Adicionar
Sábado, 28.05.11

Uma agulha, três fios

Fotografia

 

 

Alexandre Schlee Gomes - Sem título - Fotografia (Pelotas RS Brasil), 2011

publicado por ardotempo às 14:51 | Comentar | Adicionar
Segunda-feira, 23.05.11

Túnel - SAO

 

São Paulo

 

 

 

Giacomo Favretto - Fotografia - I Phone (São Paulo SP Brasil) , 2011

publicado por ardotempo às 15:20 | Comentar | Adicionar
Terça-feira, 17.05.11

A fabulosa coleção vintage de retratos

Wilhelm Maywald

 

 

 

 

A fantástica e rarissima coleção de retratos (em edição de ampliações vintage) de artistas de uma época de ouro em Paris. Todos eles fotografados por um extraordinário artista - Wilhelm Maywald

 

Cento e vinte e cinco imagens vintage de retratos de artistas como Picasso, Vieira da Silva, Matisse, Braque, Léger, Chagall, Roualt, Utrillo, Tamayo, Vasarely, Dina Vierny, Calder e muitos outros representantes da arte mais significativa da primeira metade do século XX, em Paris, França. Imagens capturadas pelas lentes de Wilhelm Maywald e cuidadosamente conservadas pelo seu herdeiro e curador do conjunto fotográfico, o igualmente fotógrafo Jean-Alex Brunelle. Um acervo expositivo importante,  exclusivo de celebridades artísticas, um conjunto bastante valioso.

 

Nas imagens, um retrato do pintor mexicano Rufino Tamayo no seu período parisiense e o fotógrafo Jean-Alex Brunelle, conservador e curador do notável tesouro cultural fotográfico.

 

 

 

 

publicado por ardotempo às 01:09 | Comentar | Adicionar
Terça-feira, 03.05.11

Normandia

 

 

Exposição de Fotografias em Barneville-Carteret

 

CAMISA BRASILEIRA

Fotografias de Gilberto Perin

 

Bastidores do futebol - Vestiários e os segredos do futebol que ninguém vê

 

Hôtel des Isles - 9 boulevard Maritime

Normandia França

 

Dia 6 de maio de 2011

 

 

 

 

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Sábado, 30.04.11

Uma ideia incomum, um livro luxuoso

 

Imagens desveladas, embebidas de vida

 

 

 

 

 

 O fotógrafo Gilberto Perin, numa de suas jornadas solitárias, com sua máquina fotográfica peregrina, cruzando as estradas do Brasil teve uma ideia extraordinária. Ele pesquisou e localizou uma foto antiga, do início dos anos sessenta e constatou um fenômeno de presente impossibilidade.

 

A imagem, em preto e branco envelhecido, mostra dois jogadores de futebol célebres no passado, dentro de um vestiário, nus e ensaboados, com um sorriso levemente divertido, sendo abraçados por um torcedor em estado de êxtase, de risada aberta em euforia, com óculos de grandes lentes, vestido em terno e gravata, sob a água corrente de um chuveiro a encharcar os três protagonistas. Na fotografia sente-se a presença da quarta personagem, invisível, o fotógrafo que captou aquela imagem. No pensamento de Perin, hoje essa fotografia já não pode ser obtida, pela ausência de dois de seus atores naquele cenário: o torcedor infiltrado no vestiário e o fotógrafo, cuja presença está ali interditada por regras que determinam o comportamento dos jogadores e as rotinas de suas atividades.

 

Gilberto Perin realizou sua ideia. Fotografar apenas os bastidores dos estádios de futebol, os vestiários e seus segredos, os dramas ocultos, individuais e coletivos e expor os seus se-gredos. Nada do jogo, nenhuma notícia visual do campo de futebol, do palco do espetáculo. Apenas os segredos dos bastidores, desglamurizados. Resgatou os fantasmas, a aura, o sopro de vida, de esperança e efemeridade, a energia vital que reveste os espaços que também são os de uma paixão coletiva. O universo do futebol que ninguém mais vê, fora os próprios jogadores, os funcionários envolvidos e os dirigentes do clubes. Esse é o conjunto de imagens originais que fotógrafo Gilberto Perin capturou ao acompanhar o Grêmio Esportivo Brasil ao longo de meses, em jogos oficiais. Uma parte dele está presente neste livro.

 

 

 

 

 

 Para conquistar a sua invisibilidade naquele teatro, o fotógrafo propôs exatamente isso a seus fotografados, a sua transformação na impessoalidade da lente da câmera, a sua mimetização ao objeto, a sua não presença como ser humano, o seu não engajamento de amizade. Ele propôs ser apenas um instrumento silencioso que não lhes dirigiria a palavra, nem solicitaria uma pose ou um enquadramento especial. Propôs aos jogadores uma ausência e eles aceitaram o fato e o seu silêncio, convertendo-o em invisível dentro dos vestiários.

 

Dessa maneira Gilberto Perin pôde apreendê-los em sua essência, na profundidade de seus dramas, na dinâmica de sua atividade fora dos gramados. Praticamente não se vê a bola nesse jogo da bola, em que o que está presente é a intensidade da vida, suas estranhezas e seus desvelamentos. Nessas imagens permeiam as transcendências especulares em que os reflexos não são os das coisas e sim o que permanece intangível e secreto – como na fotografia do grito no espelho, na lassidão abandonada do cansaço pós-competição ou na passagem fantasmagórica de uma inesperada máscara ritual africana, de passado imemorial.

 

A letra que nos conta a verdadeira história das verdades que aqui vemos é de Aldyr Garcia Schlee, o grande escritor que além de torcedor apaixonado do Grêmio Esportivo Brasil, foi também um dia o criador do mítico uniforme da seleção brasileira de futebol. E é também a palavra reveladora das penumbras da alma humana, de João Gilberto Noll. O que vemos neste livro está antes do apito inicial e logo após o apito final, ou seja, sem a competição, sem a luta e sem o lúdico, porém intensamente embebido de vida.

 

 

 

 

 

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Quarta-feira, 27.04.11

A mostra e o livro

Camisa Brasileira estreia na França

 

A mostra do ensaio fotográfico vai inaugurar no dia 6 de maio, no Hôtel des Isles, em Barneville-Carteret, Normandia, França, balneário localizado perto de Cherbourg, na costa da Mancha que faz frente à ilha de Jersey, já no percurso em direçãao ao Mont Saint-Michel. Ali também ocorrerá o primeiro lançamento do livro Camisa Brasileira, de Gilberto Perin (fotografias) e Aldyr Garcia Schlee (texto).

 

 

 

© Gilberto Perin/ Aldyr Garcia Schlee - Camisa Brasileira, edições ardotempo, 2011

 

publicado por ardotempo às 22:53 | Comentar | Adicionar
Domingo, 24.04.11

O livro das imagens de futebol que ninguém vê

Camisa Brasileira

 

 

 

 

 

Trata-se de um livro de arte, de fotografias de autoria de Gilberto Perin, com o texto de Aldyr Garcia Schlee (e de João Gilberto Noll) – um majestoso ensaio fotográfico sobre um universo pouco conhecido acerca das atividades e do comportamento dos milhares de trabalhadores do futebol, os que jogam e os que os apóiam. Não é o do espaço dos astros televisivos do super-espetáculo regido pelo rico mercado dos clubes-empresas, dos formidáveis anunciantes, dos empresários e dos artistas a quem a fortuna sorriu. É outra gente, mais numerosa, mais frágil, para quem os dramas humanos estão evidenciados e que são capazes de nos emocionar e comover com a sua humildade e de sua humanidade. É outro espaço, é outro o tempo, são grandes as carências, as limitações materiais – mas talvez seja mais genuína a paixão que o esporte, distanciado dos holofotes do negócio-futebol, desperte em torcedores desses times e clubes espalhados pelo Brasil inteiro.

 

 

 

 

 

Projeto Camisa Brasileira - 2011

 

GILBERTO PERIN

ALDYR GARCIA SCHLEE

JOÃO GILBERTO NOLL

 

Livro de Arte de Fotografias,

Textos de Autoria e Exposição de Fotografias

110 imagens, em cores e p&b a quatro cores

Formato: 22 cm x 28 cm

Capa dura com sobrecapa debruada - Miolo em Couchê Fosco 170g

Edição bilíngue - Português / Inglês

Apoio Cultural: Construtora Ricardo Ramos

 

ISBN nº 978-85-62984-08-2

 

 

 

Copyright © 2011 Gilberto Perin - Fotografias © 2011 Aldyr Garcia Schlee

 

edições ardotempo ardotempo@gmail.com

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Tempos de Páscoa

 

 

Ressurreição

 

 

 

 

 

Alexandre Schlee Gomes - Fotografia

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Segunda-feira, 18.04.11

A estrada

 

Fotografia

 

 

 

 

 

Giacomo Favretto - A estrada - Fotografia (São Paulo SP Brasil), 2011

publicado por ardotempo às 13:42 | Comentar | Adicionar
Sexta-feira, 08.04.11

Azul-Branco-Vermelho

Fotografia

 

 

 

 

 

Alexandre Schlee Gomes - Sem Título - Fotografia, 2011

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Quarta-feira, 30.03.11

EM BREVE – Lançamento

CAMISA BRASILEIRA

 

 


 

 

Projeto BRASIL - Camisa Brasileira - 2011

GILBERTO PERIN

ALDYR GARCIA SCHLEE

JOÃO GILBERTO NOLL

Livro de Arte de Fotografias, Textos de Autoria e Exposição de Fotografias

Formato: 22 cm x 28 cm

Capa dura com sobrecapa debruada - Miolo em Couchê Fosco 170g

Edição bilíngue - Português / Inglês


 

ISBN nº 978-85-62984-08-2

 

Copyright © 2011 Gilberto Perin - Fotografias

© 2011 Aldyr Garcia Schlee

edições ardotempo

 

ardotempo@gmail.com

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Domingo, 20.03.11

O futebol que ninguém mais vê

Imagens desveladas, embebidas de vida

 

O fotógrafo Gilberto Perin, numa de suas jornadas solitárias, com sua máquina fotográfica peregrina, cruzando as estradas do Brasil teve uma ideia extraordinária. Ele pesquisou e localizou uma foto antiga, do início dos anos sessenta e constatou um fenômeno de presente impossibilidade. A imagem, em preto e branco envelhecido, mostra dois jogadores de futebol célebres no passado, dentro de um vestiário, nus e ensaboados, com um sorriso levemente divertido, sendo abraçados por um torcedor em estado de êxtase, de risada aberta em euforia, com óculos de grandes lentes, vestido em terno e gravata, sob a água corrente de um chuveiro a encharcar os três protagonistas.

 

Na fotografia sente-se a presença da quarta personagem, invisível, o fotógrafo que captou aquela imagem. No pensamento de Perin, hoje essa fotografia já não pode ser obtida, pela ausência de dois de seus atores naquele cenário: o torcedor infiltrado no vestiário e o fotógrafo, cuja presença está ali interditada por regras que determinam o comportamento dos jogadores e as rotinas de suas atividades.

 

Gilberto Perin realizou sua ideia. Fotografar apenas os bastidores dos estádios de futebol, os vestiários e seus segredos, os dramas ocultos, individuais e coletivos e expor os seus segredos. Nada do jogo, nenhuma notícia visual do campo de futebol, do palco do espetáculo. Apenas os segredos dos bastidores, desglamurizados. Resgatou os fantasmas, a aura, o sopro de vida, de esperança e efemeridade, a energia vital que reveste os espaços que também são os de uma paixão coletiva.

 

O universo do futebol que ninguém mais vê, fora os próprios jogadores, os funcionários envolvidos e os dirigentes do clubes. Esse é o conjunto de imagens originais que fotógrafo Gilberto Perin capturou ao acompanhar o Grêmio Esportivo Brasil ao longo de meses, em jogos oficiais. Uma parte dele está presente neste livro.

 

 

 

 

Para conquistar a sua invisibilidade naquele teatro, o fotógrafo propôs exatamente isso a seus fotografados, a sua transformação na impessoalidade da lente da câmera, a sua mimetização ao objeto, a sua não presença como ser humano, o seu não engajamento de amizade. Ele propôs ser apenas um instrumento silencioso que não lhes dirigiria a palavra, nem solicitaria uma pose ou um enquadramento especial. Propôs aos jogadores uma ausência e eles aceitaram o fato e o seu silêncio, convertendo-o em invisível dentro dos vestiários.

 

Dessa maneira Gilberto Perin pôde apreendê-los em sua essência, na profundidade de seus dramas, na dinâmica de sua atividade fora dos gramados. Praticamente não se vê a bola nesse jogo da bola, em que o que está presente é a intensidade da vida, suas estranhezas e seus desvelamentos. Nessas imagens permeiam as transcendências especulares em que os reflexos não são os das coisas e sim o que permanece intangível e secreto – como na fotografia do grito no espelho, na lassidão abandonada do cansaço pós-competição ou na passagem fantasmagórica de uma inesperada máscara ritual africana, de passado imemorial.

 

A letra que nos conta a verdadeira história das verdades que aqui vemos é de Aldyr Garcia Schlee, o grande escritor que, além de torcedor apaixonado do Grêmio Esportivo Brasil, foi também um dia o criador do mítico uniforme da seleção brasileira de futebol. E é também a palavra reveladora das penumbras da alma humana, de João Gilberto Noll.

 

O que vemos neste livro está antes do apito inicial e logo após o apito final, ou seja, sem a competição, sem a luta e sem o lúdico, porém intensamente embebido de vida.

 


 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Projeto BRASIL - Camisa Brasileira - 2011

GILBERTO PERIN

ALDYR GARCIA SCHLEE

JOÃO GILBERTO NOLL

Livro de Arte de Fotografias, Textos de Autoria e Exposição de Fotografias

 

ISBN nº 978-85-62984-08-2

 

Copyright © 2011 Gilberto Perin - Fotografias

© 2011 Aldyr Garcia Schlee

edições ardotempo

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Sábado, 19.03.11

Moto magistral

Cão aerodinâmico

 

 

 

 

Giacomo Favretto - Bida (O cão, como o melhor amigo da moto) - Fotografia (São Paulo SP Brasil), 2011

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Sexta-feira, 18.03.11

Torre

Black Babel

 

 

 

 

Giacomo Favretto - Sem título - Fotografia I Phone (São Paulo SP Brasil), 2011

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Terça-feira, 15.03.11

A sombra e o sol

Retrato do escritor Aldyr Garcia Schlee

 

 


 

Gilberto Perin - Retrato de Aldyr Garcia Schlee - Fotografia (Jaguarão RS Brasil), 2011

 

Aldyr Garcia Schlee é autor de notáveis livros: Os limites do impossível / Contos Gardelianos; Don Frutos; Uma terra só; Contos de verdades; O dia em que o Papa foi a Melo; Contos de futebol; Linha Divisória; e muitos outros.

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Segunda-feira, 14.03.11

O escritor e o rio

Retrato do escritor João Gilberto Noll

 

 

 

 

Gilberto Perin - Retrato de João Gilberto Noll - Fotografia (Rio Guaíba Porto Alegre RS Brasil), 2011

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Sábado, 12.03.11

O pescador e o rio

"Não-é-uma-estátua-de-bronze-polido-sobre-uma-rocha,-junto-ao-mar"

 

 

 

 

 

Gilberto Perin - Rio Guaíba - Fotografia (Rio Guaíba Porto Alegre RS Brasil), 2011

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Segunda-feira, 07.03.11

Escrever e pintar

"La pintura, como Drácula, nunca muere"

 

Miquel Barceló e Alberto Manguel

 

Entrevista a Javier Rodríguez Marcos 

 

"¿Me visto de civil?". Miquel Barceló saluda con un abrazo a Alberto Manguel y, al ver al fotógrafo, pregunta si se quita la ropa de trabajo, salpicada de pintura. En la antesala de su estudio parisiense, una cabeza de rinoceronte convive con varios ordenadores, una mesa repleta de libros y una butaca de cuero en la que, como en el sillón de un director de cine, alguien ha escrito: Masaccio. Barceló (Felanitx, Mallorca, 1957) se mueve y habla a toda velocidad, pero no parece tener la menor prisa.

 

Se demora, por ejemplo, en la cocina en la que manipula los pigmentos. "Parece el atelier de un alquimista", apunta el escritor Manguel (Buenos Aires, 1948). "Algunos son muy venenosos", añade el pintor. Ahora trabaja en una serie de retratos - de Patrick Modiano, Pere Gimferrer, Alberto García-Alix...- pintados con lejía sobre lienzo negro, en negativo: "Como la lejía actúa lentamente, no veo lo que pinto: tengo la fe, no la certidumbre". Habitaciones, escaleras, libros, discos y, por fin, el estudio mayor, un espacio de triple altura en el que guarda dos retratos de Manguel: "¿Te reconoces?".

 

Allí señala las manchas que han ido colonizando el pavimento: "un cuadro nunca será mejor que el suelo. Hay que resignarse". Manguel lleva en la mano el cuaderno africano de Barceló. "Es un gran escritor. Y lee más que yo", apunta el autor de Una historia de la lectura, que bromea con el relato de las enfermedades del artista. "¡Es que solo escribo cuando estoy enfermo, cuando estoy sano pinto!", responde este. "En África la muerte está muy cerca y el remedio, muy lejos. Lo contrario que aquí. En Europa pintas porque la vida no basta. En África sí basta, por eso te preguntas qué sentido tiene pintar". De vuelta en el estudio pequeño, Miquel Barceló repasa el último número de la revista Matador, en el que ha hecho de director. No incluye ninguna obra suya, pero es una "galaxia Barceló" con colaboraciones de Rafael Sánchez Ferlosio, Jonathan Franzen, Rodrigo Rey Rosa o el propio Manguel.

 

Pregunta. Ustedes representan dos disciplinas, la pintura y los libros, cuya pervivencia parece siempre amenazada.

 

Miquel Barceló. La muerte de la pintura se decretó hace más de 200 años. La pintura es como Drácula, nunca muere. La invención de la fotografía iba a matar la pintura, y ahora es una técnica pictórica más. Ha dejado de ser un documento de lo real.

 

Alberto Manguel. Tus nuevos retratos tienen algo de fotográfico.

 

M. B. Cuando se ponía una pintura sobre un cadáver era como hacer que no estuviera muerto de verdad.

 

A. M. Porque exorciza la muerte.

 

M. B. Y funciona. Cuando vas al Prado nunca piensas: esta gente está muerta. En cambio, como dice Susan Sontag, ante una fotografía es imposible no pensar en que el retratado está muerto, o que lo estará.

 

A. M. En tu pintura siempre está presente el tiempo. A veces actúan sobre ella las termitas, las goteras...

 

M. B. El tiempo también pinta, decía Goya. Intento pensar cómo serán los cuadros dentro de 10, 100 o 1.000 años. Me gusta la idea geológica de la pintura.

 

P. ¿Se debe restaurar una obra que ha nacido así?

 

M. B. No. El tiempo forma parte de la obra. Yo huyo de los restauradores. Hay que restaurar las cosas que se han añadido independientemente de la voluntad del artista. Durante un tiempo se puso de moda limpiar los cuadros y quitarles los barnices, y terminaron quitándoles las veladuras del pintor. Dejaron secos los murillos. ¿Quién sabe dónde acaba la suciedad y empieza la veladura?

 

A. M. Joyce hablaba de dejar que el azar colaborase. Una vez estaba dictándole a Beckett y alguien llamó a la puerta. Él dijo: "entre" y Beckett lo anotó. Joyce le dijo que lo dejara. P. El ejemplo clásico es el burro de Sancho, que desaparece en el Quijote y Cervantes lo olvida.

 

M. B. Todo estaba ya en el Quijote. Como en Velázquez. Me pasa ahora con las pinturas de Chauvet. Todo está en Chauvet, incluso Velázquez. Lo extraordinario allí no es solo la técnica, sino que se acercasen tanto a los animales como para pintar una leona con ese detalle. Animales peligrosos que nosotros hemos visto de cerca por los documentales de la BBC.

 

P. ¿Ha estado en la cueva?

 

M. B. Varias veces. Está cerrada al público y es una gran suerte, porque no está enferma.

 

A. M. ¿Qué sentido tienen esas pinturas? ¿Se sabe?

 

M. B. Yo no teorizo, pero las imágenes de animales tienen más importancia que las humanas (solo hay una, de mujer). Me he preguntado por qué pinto tantos animales y veo que en mi vida la jerarquía animal ha ido modificándose. Ya no pongo al hombre arriba del todo. Lo mismo pasa en Chauvet. Los animales no son dioses, como en Egipto, pero tampoco víctimas, ni comida. Tal vez no seamos capaces de percibir su relación.

 

P. ¿Enseguida convertimos a los animales en símbolos?

 

A. M. Las explicaciones vienen siempre después. Como si dentro de miles de años alguien entrara en el atelier de Miquel y dijera: "Esto debió ser un lugar de culto".

 

P. ¿La pintura sigue más cerca de su origen que la literatura?

 

A. M. La palabra viene mucho después, claro. Quizás sea porque la imaginación se debilita con el tiempo. Cuando las imágenes no bastan necesitamos aclararlas a través del lenguaje, que en el fondo es un instrumento muchísimo más débil. Al tratar de ser más preciso es menos ambiguo y, por tanto, menos rico. Se reduce lo que podemos ver porque tenemos el ansia de la interpretación. No podemos simplemente mirar una pintura, inmediatamente tenemos que contarle una historia. Por eso me gusta que Miquel quiera pintar algo donde hay un eco de Chauvet. Con un pequeño intervalo de 32.000 años. M. B. En pintura, 32.000 años no son nada. A. M. Desde la eternidad serán contemporáneos.

 

M. B. Toda pintura es contemporánea. Y al leer el Quijote ves que toda la literatura también lo es. Las diferencias de lenguaje son menos importantes que aquello que tenemos en común. En 32.000 años nadie ha inventado nada mejor que el carbón para dibujar.

 

P. ¿La modernidad va contra eso?

 

A. M. Siempre está presente la amenaza de una tecnología que va a matar a la precedente, cuando lo que hace es tomar su lenguaje para transformarlo.

 

M. B. Yo acabo de viajar por el Himalaya con un iPad lleno de libros. Emite su propia luz, es perfecto en lugares donde no hay electricidad.

 

Entrevista a Javier Rodríguez Marcos - Publicada em El País

publicado por ardotempo às 13:53 | Comentar | Adicionar
Domingo, 06.03.11

Retrato

Bande Dessinée

 

 

 

 

 

Cezar Almeida - Pintura, Colagens e Fotografia Digital (São Paulo SP Brasil), 2011

publicado por ardotempo às 00:37 | Comentar | Adicionar
Segunda-feira, 28.02.11

Instalação de street-art em Bienal de Arte Contemporânea ou fotografia?

 

O que poderia ser?

 

Instalação como afresco urbano de "street-art" em Bienal Contemporânea Internacional de Artes Plásticas - Placa de brita e asfalto com colagem de luva de borracha e pintura branca sintética de alta resistência abrasiva, em grande formato, colocada verticalmente no espaço expositivo - autoria do artista plástico Alexandre Schlee Gomes

 

ou seria

 

Fotografia do natural - pelo fotógrafo Alexandre Schlee Gomes

 


 

publicado por ardotempo às 20:02 | Comentar | Adicionar

Editor: ardotempo / AA

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